Sua Cal Tem Padrão Alimentício?

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Sua Cal tem Padrão Alimentício?

Apesar de nossa preocupação com a manutenção de um processo seguro e certificado, temos visto que alguns fornecedores de cal para açúcar não têm tido a mesma responsabilidade. Por isso, durante o ano de 2016, analisamos muitas das cales presentes no mercado sucroenergético e percebemos que muitas delas apresentam contaminação relevante por metais pesados.

O arsênio, o níquel e o vanádio são comumente encontrados em alguns combustíveis fósseis e em resíduos petroquímicos, que podem ser utilizados como combustível na etapa de calcinação da cal. A contaminação por estes elementos podem causar danos graves à saúde, podendo inclusive levar à morte.

Preocupada em atender a indústria açucareira com produtos que não levem nenhum prejuízo a saúde humana, a Caltec desenvolveu um processo de industrialização que não tem nenhuma contaminação, nem por metais pesados, nem por dioxinas ou furanos.
A matéria prima da Caltec é sã e o único combustível utilizado é de biomassa de pinus com origem rastreada. Além disso a Caltec foi a primeira empresa brasileira de cal, autosuficiente na energia térmica consumida pelo seu processo, utilizando somente biomassas qualificadas.

Seu produto principal, a Clarisina, não tem nenhuma contaminação, de qualquer origem, e isto é comprovado mensalmente, tanto pelas análises de dioxinas e furanos, quanto pelas de todos os metais pesados.
As usinas sérias controlam os metais pesados nas cales que estão utilizando para clarificação do caldo, evitando que contaminações ocorram, mas cabe ressaltar aqui, que por algum motivo, existem produtos contaminados sendo utilizados de forma irresponsável.

Em detrimento à concorrência desleal, em defesa do setor açucareiro e da sociedade organizada e principalmente, em prol de nossos clientes, é que manifestamos nossa indignação.

A Caltec Química Industrial atua há mais de sete décadas no fornecimento de insumos e serviços para diversos setores da indústria de base, como termoelétricas, usinas de cana, indústrias de fertilizantes, indústrias cerâmicas, siderúrgicas e agronegócio.

Caltec Química Industrial - Fábrica: Av. Agrimensor Gildo Pinheiro da Luz, 569 - Itaperuçu/PR CEP 83560-000 - (41) 3603-8000

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O Magnesio na Industria Sucroalcooleira

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O Magnésio na Indústria Sucroalcooleira

Sem dúvida o magnésio é bem melhor que o cálcio para todo o processo de produção de açúcar e álcool. E por isso a importância desse texto para àqueles que trabalham na Indústria Sucroalcooleira.

Parece exageiro, mas a substituição de parte do cálcio por magnésio melhora tudo: do rendimento térmico à produtividade da usina, do custo de produção, à segurança e inclusive a conversão de sacarose. Veja só:

  • Melhora o rendimento térmico por que reduz sensivelmente as incrustações, e quanto mais incrustações se tem, menor é a troca térmica pelas paredes dos tubos dos evaporadores e assim, menor o aproveitamento do vapor. Como menos manobras são feitas para limpeza, menos energia se perde seja em forma de calor ou de vapor.
  • Melhora a produtividade da usina, por que com menos incrustações é possível parar menos vezes e por menos tempo para limpeza de evaporadores, mantendo o brix do xarope por mais tempo.
  • Melhora diretamente o custo, pois reduz o consumo de anti-incrustantes, bem como o serviço de limpeza de evaporadores e o consumo de soda, que muitas vezes chega a ser zerado. Mais importante que tudo isto, reduz o consumo de cal, pois o magnésio tem 40% maior poder de alcalinização que o cálcio.
  • Melhora a segurança e as condições de trabalho na usina, afinal a limpeza de um evaporador ainda quente e que acabou de ferver soda não é uma atividade “desejável”.
  • Melhora o rendimento, uma vez que o uso de magnésio resulta em teores alcóolicos mais baixos no mosto e propicia maior conversão de sacarose em açúcar.

Apesar de parecidos, os cálcio e magnésio se comportam de forma diferente quando inseridos no processo de produção de açúcar e álcool: Em geral os sais de cálcio apresentam solubilidade muito menor que os de magnésio, e isto, implica diretamente no tipo e na quantidade de incrustações formadas nos evaporadores e até em colunas de destilação.

Estes sais solúveis acabam permeando todo o processo e acabam melhorando operações subsequentes à clarificação do caldo, principalmente o que tange a fermentação. O magnésio neutraliza mais alumínio tóxico e reduz a coagulação causada por excesso de cálcio, permitindo aumento da taxa de brotamentoe aumento da resistência da levedura a choques térmicos e altos teores alcóolicos. Com isto a taxa de conversão em álcool aumenta.

Quando usado corretamente, o magnésio pode ser um grande aliado do engenheiro de açúcar e álcoolno tratamento do caldo de cana.

Utilizar magnésio puro é muito caro, mas quanto maior a quantidade deste elemento na cal, melhor será o resultado final e menor será o custo geral de fabricação, basta saber usar.

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Cal e o preço da conveniência

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Cal e o preço da conveniência

Há tempos venho falando que a usina de cana usa cal para correção do pH do caldo mas compra calpor tonelada. Porque?

Qual é o papel da cal no processo de clarificação do caldo? O papel da cal é corrigir o pH do caldo para promover a coagulação e a decantação. Mas mesmo assim este insumo tão barato (mas de custo tão relevante) é comprado por unidade de massa enquanto deveria ser comprado por massa X capacidade de neutralização do solo, ou melhor que isso ainda, deveria ser comprado pela variação de pH que proporciona a uma determinada quantidade de caldo.

Aí vão dizer: paga-se por tonelada por que é mais fácil de controlar – passou pela balança, sei quanto estou usando. Errado! Sua usina joga fora boa parte da cal baratinha que está comprando, sem perceber.

Além das análises laboratoriais que na maioria das vezes analisam tão somente cálcio e magnésio total, a maior parte dos técnicos sucroalcooleiros é sensibilizado pelo controle visual das carriolas de “resíduo” que o operador tira do hidratador de cal ou ainda, pelo consumo de cal por tonelada de cana, sem considerar que se a cal for bem fina vai ser arrastada pelo leite e que se não tiver reatividade ou se for impura, só vai servir para aumentar o volume de torta. Pior ainda, utilizam o consumo por tonela de cana como principal indicador de custo.

O consumo de cal por tonelada de cana moída pode ser um referencial como histórico da usina, mas está longe de refletir as variações safra geradas pelas diferentes qualidades de açúcar produzido, o quanto o caldo foi sulfitado, se recebeu de ácido fosfórico e polímeros ou quão ruin era a cana que entrou na usina.

Na verdade, um controle eficiente da qualidade da cal (e da caleação como um todo) só pode ser feito pela variação do pH na vazão de caldo. Este sim é um número de respeito.

Acho incrível a quantidade de automação que vemos hoje nas usinas e quando buscamos relatórios ve8mos convenções estabelecidas em 1950 para avaliar o consumo de cal: sempre está lá a coluninha cal/t.c.

Quando se trata de consumo de cal, está mais do que na hora das usinas deixarem de tapar o sol com a peneira e passarem a usar um método mais inteligente para medir que tipo de caleação de caldo seu dinheiro está comprando: (pH caleado – pH decantado) X vazão de caldo.

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O custo da Cal na produção do Açúcar

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O custo da Cal na produção do Açúcar

Vamos falar um pouco sobre o custo da cal na produção do açúcar. Dentre todas as operações unitárias de produção de açúcar, a clarificação do caldo é a etapa que mais consome insumos químicos, por isso, é normal que a usina tenda a comprar os insumos mais baratos, buscando obviamente fazer economia.

Dentre estes insumos, a cal tem um peso relevante na formação do custo final, uma vez que é dosada em quantidade significativa e apesar de seu preço por tonelada não ser tão relevante, seu consumo é alto, tornando sua conta alta o suficiente para ser foco de um comprador mal informado e cheio de ofertas. Por sua vez, o técnico açucareiro está tão envolvido no dia a dia que não percebe que o que importa em um produto de baixo valor agregado e alto consumo, é o consumo e o serviço, e não o preço!

Veja só:

Em um insumo barato, a variação do preço em si não implica na: (1) redução do preço do frete, (2) no custo de preparo e principalmente (3) no custo das operações de clarificação e nas outras adjacentes. Mas o consumo afeta tudo isto sim!

  1. A variação do preço da cal não faz o preço do frete cair, mas o consumo faz;
  2. A variação do preço da cal não faz sua usina reduzir custos de preparo (manutenção de equipamentos, perdas, mão de obra, energia, uso de ativos, risco trabalhista e custos operacionais indiretos). Mas a redução de consumo faz;
  3. Uma cal mais barata não leva sua usina ter um caldo de melhor qualidade ou maior produtividade, nem menos gastos com incrustações ou perdas de açúcar. Mas uma cal de qualidade faz.

Por que então se escolhe o produto mais barato deixando-se o consumo e a eficiência de lado?

Já escutei respostas como: “É difícil mensurar ganhos.” “Tenho outras prioridades.””Estou satisfeito com meus resultados.” “Não tenho condições de investir.”

Neste sentido, a Caltec tem a resposta para cada uma destas justificativas:

  • Podemos medir e relatar os ganhos, fundamentando as decisões tecnicamente e economicamente.
  • Se sua prioridade é o dia a dia da usina, nós temos uma equipe pronta para conduzir um teste com seu envolvimento mínimo, sem trazer transtornos;
  • Nenhum processo é tão bom que não possa ser melhorado, tenha certeza. E se não podemos oferecer ganho, não teremos interesse em promover um teste;
  • A Caltec está disposta e investir na sua usina. Nosso negócio é justamente a melhoria de seu processo para ganhar com você e não de você.

A escolha do fornecedor de cal também passa por questões ligadas a capacidade de fornecimento e entrega, neste sentido a Caltec se coloca como a líder de mercado, atendendo a todo tipo de indústria que depende do insumo cal para conduzir suas atividades. Neste sentido, a agilidade na entrega, o compromisso com a data e horário de chegada da carga, o controle de estoque, a qualidade da cal e principalmente, nossa assistência técnica, são nossos maiores diferenciais.

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