Óxidos de cálcio e magnésio trazem incremento de TCH e TAH
Óxidos de cálcio e magnésio aplicados na cana-de-açúcar apresentaram maiores resultados em TCH, TAH e parâmetros biométricos quando comparados ao calcário.
A cana-de-açúcar (Saccharum spp.) é uma cultura estratégica para o agronegócio brasileiro, com ampla utilização na produção de açúcar, etanol e bioenergia. A produtividade e a qualidade tecnológica da cana são fortemente influenciadas pelas condições de fertilidade e acidez do solo, sendo comum a utilização de corretivos. Nesse cenário, a linha OXIFLUX se destaca pela alta reatividade e maior disponibilidade de cálcio, magnésio e enxofre em um único produto.
O trabalho realizado pela Caltec em parceria com a Agroimpulse mostra que, em solos com textura arenosa, os óxidos de cálcio e magnésio, como o OxiFlux, entregam uma maior eficiência operacional com doses otimizadas e muito menores quando comparadas ao calcário. Além disso, os óxidos também entregam excelentes resultados biométricos e tecnológicos, com análises biométricas evidenciando resultados físicos de planta, enquanto análises tecnológicas focam na qualidade do produto final.
No estudo, o produto O-217, que tem como característica granulometria refinada, foi comparado com a testemunha (sem correção) e com o tratamento padrão com calcário.

Resultados de TAH – Toneladas de Açúcar por Hectare (ton/ha) obtidos através de análise tecnológica realizadas aos 180 DAA.

Resultados de TCH – Toneladas de Cana por Hectare (ton/ha) obtidos através da biometria realizada aos 180 DAA.
OxiFlux gerou um maior diâmetro de colmo, número de entrenós e peso por planta

Conclusões
O tratamento com O-217 entregou um maior diâmetro de colmo, número de entrenós e peso por planta, resultando em TCH e TAH maiores e, também, indicando maior qualidade no produto final.
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